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Poesias em quadrinhos de Fabi Menassi Thina Curtis no Museu Gaiarsa (Santo Andre )

No mês de Janeiro comemoramos o dia do Quadrinho Nacional, a cada ano participamos de eventos e em 2019 o local foi mais do que especial: Museu Gaiarsa em Santo André ! Foi instalada no Museu a exposição Café Ilustrado e Convidados. Neste evento foram expostos Minhas HQs em parceria com a escritora escritora produtora Cultural Thina Curtis alem de trabalhos especiais de muitos companheiros da nona arte.









A seguir a bela cobertura fotográfica da exposicao realizada por Celso Marchini:

 https://www.facebook.com/thina.curtis/media_set?set=a.10213919644766196&type=3&__nodl

Entrevista com Fabi Menassi e Thina Curtis: DECOMPONDO!



"CAFÉ ILUSTRADO" (MELHOR FANZINE DE 2016) - COM Fabi Menassi E Thina Curtis
Vídeo You Tube: https://www.youtube.com/watch?v=CJo0zAoNMRA
Em 28 de janeiro de 2017, aconteceu o 33° Prêmio Ângelo Agostini pela AQC-ESP (Associação dos Quadrinistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo). Nesta edição, as fanzineiras FABI MENASSI e THINA CURTIS tiveram o seu belo "CAFÉ ILUSTRADO" agraciado na categoria de "melhor fanzine de 2016". Então, os decompositores Gilberto Xis e Paulo Mansur, com grande prazer, convidaram ambas para um delicioso "bate-papo virtual" com cheirinho de café.

Agora convidamos você a conferir essa conversa!

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(Texto: DECOMPONDO)

Exposição de Poemas Ilustrados e Fanzines (FANZINADA): inauguração da gibiteca na Biblio Max Zendron, Barueri

Arte: Carolina Mancini

Terça feira dia 31 de março tivemos uma tarde especial: participar da inauguração da gibiteca dentro da Biblio Max Zendron em Barueri (perto do teatro municipal de Barueri). 



A equipe da biblioteca no estilo HQ



Eddy Khaos, Gazy Andraus


Luiz Nemeth (poeta e construtor de brinquedos/engenhocas de sucata, Barueri),
Fabi Menassi

Trabalhos Fabi Menassi e Cartunistas com Gaza (formato postais 10x15cm)

Thina Curtis, Gazy Andraus, Fabi Menassi

Poemas Ilustrados
E tudo isso graças a um convite de Thina Curtis grande amiga fanzineira (que leva a frente a iniciativa FANZINADA), também parceira no projeto "Poemas Ilustrados". www.fanzinada.com.br

35, a nova HQ de Fabi Menassi e Thina Curtis

Sábado dia 26/07/2014 mais uma HQ, a número 4, do projeto "Poemas Ilustrados" - parceria Fabi Menassi e Thina Curtis - será lançada em "QUOTIDIANOS pequenas histórias fantásticas".

Próximo sábado confiram nosso mais recente trabalho, além de muitos outros criadores fantásticos, no site http://quotidianos.com.br/

Agradecemos imensamente Carolina Mancini pelo carinhoso convite!

Abraços ilustrados a tod@s!




Lançamento da Revista Só Mulherada no 30º Angelo Agostini - Memorial da América Latina

Sábado à tarde aconteceu um importante evento ao cenário do Quadrinho Brasileiro que chega em sua 30º edição: Troféu Angelo Agostini


Desde 1984 a AQC-ESP (Associação dos Quadrinistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo) tem realizado a valorização e o reconhecimento dos trabalhos dos produtores do Quadrinho Nacional através do Troféu Angelo Agostini cujas premiações são indicadas por meio de votação popular dos internautas.


E junto com a cerimônia dentro de uma programação especial ocorreram debates, exibições de filmes e lançamentos de publicações. E foi possível encontrar pessoalmente vários autores/autoras do Quadrinho Nacional para uma tarde especial de autógrafos e sessão de fotos.


Entre os lançamentos de publicações destaco o lançamento da Revista Só Mulherada, (lançada recentemente também na Loja Comix Shop em 18/01/14) uma edição especial que reúne trabalhos só de autoria da mulherada - entre eles Fabi Menassi e Thina Curtis.


Algumas autoras da Revista Só MULHERADA! Foto: Celso Marchini

Como é bacana ver a expressão da leitora que aprecia a revista. Foto Celso Marchini

E agora confiram um pouco mais do que aconteceu através das fotos sob os cliques de Celso Marchini.


E também um excelente texto sobre esta tarde especial no Memorial:

Abraços a tod@s!

Fanzinada na Gibiteca de Santo André/SP - 8 de junho de 2013

Ontem fui à Fanzinada na Gibiteca de Santo André/SP dentro da programação da Jornada Cultural da cidade.
Digo que foi muito bacana, houve reencontros e surpresas: entre elas o lançamento de novos "zines" da amiga Thina Curtis

 

"Unknown Pleasures, poesias em quadrinhos", fanzine que reúne artes sequenciais de poesias. Os desenhos foram construídos sob o comando dos lápis de diversos criadores (Fabi Menassi, Henry Jaepelt, Fafa Jaepelt, Cledson Bauhaus, Rosana Raven, Wendell Sacramento entre outros) e os textos por Thina Curtis, e a publicação traz  também 
um poema especial de Cecilia Fidelli

"Spellwork edição especial" - parceria com Portugal


Fabi Menassi, Thina Curtis e Fernanda Aragão

Adorei a programação da Fanzinada, cheguei na parte da tarde mas pude curtir uma conversa do quadrinhista Francisco Marcatti e um debate interessante sobre cultura independente. 
O retorno pra casa foi muito bacana pois apreciei com calma as publicações e comprovei que ficaram maravilhosas! 
Parabenizo tod@s os envolvid@s pelos trabalhos e agradeço a produtora cultural Thina Curtis por me envolver em mais este projeto super bacana.

Eis a filmagem que fiz, mostra um trechinho do grande encontro que foi!




É isso aí! "Juntos somos mais fortes"!

AMOR escrit@s EXPERIMENTAL

E como parte do VIVA LITERATURA VIVA 2010, o coletivo de intervenções artísticas lúdico-libertárias - interativas AMOR EXPERIMENTAL lança uma compilação de pensamentos em palavras. Registros de Rodrigo Munhoz, Brunna Alline, Fabi Menassi e Carlos Rogerio. Para ler, refletir, duvidar, questionar, AMAR...


Para baixar a publicação acesse www.scribd.com/doc/36613404/AMOR-escrit-s-EXPERIMENTAL.

Os registros da intervenção d@s Escrit@s Empostad@s - ontem, dia 15 de agosto, na Feira da Vila Madalena.

O frio não impediu que neste domingo seguissemos para a feira de artes da Vila Madalena desenvolver nossa empreitada literária, @s Escrit@s Empost@dos. Rogerio e eu circulamos pelas ruas da feira para "colar" nos postes de luz as criações literárias do Amor Experimental (nesta caminhada os escritos de Fabi Menassi e Rodrigo Munhoz) e mostrar aos transeuntes como elaborar/postar o envelope da "carta social" (valor do selo 1 centavo!) no correio.










OS LOUCOS É QUE VÃO PARA O CÉU

Desde que eu era garoto
me diziam pra eu ser bom cristão:
Não cometa pecados e não seja maluco não,
porque se sua alma for pura ela vai se salvar
na hora que o mundo estourar.

Mas eu conheci um cara biruta,
ele era lelé da cuca.
Vivia uma vida simples
e não se preocupava com grana.

Os loucos não não invejam os outros,
os loucos não tem dinheiro no bolso,
os loucos não carregam maldade.
Os loucos, ah! eles vão pro céu.

Por que a gente quer ficar são
se as mentes mais confusas são as mais puras de coração?
Todo mundo devia perder a razão,
tirar o sapato e botar o pé no chão.

Seja louco, nem que seja um pouco!
Não queira entender o mundo,
ele te transforma em vagabundo.
É por isso que sou doido assim,
eu também quero o céu pra mim.

Autoria: Raphael Trindade dos Santos

Vazio interior

Estranho o mundo,
Estranho meus desejos
Num momento quero tudo,
Noutro, nada
Aspiro o ar da liberdade,
Mas não sei o que fazer.
Melhor seria alguém
As regras me dizer?
O que é mais importante
Fazer ou pensar?
Se faço, não penso
E se penso, não faço
O que escrever?
O que dizer?
A linguagem
Me trai
Sentimento de vazio
Não sei como preenchê-lo
Será essa a minha sina de viver
Nunca saber?

Autoria: Fabiana Menassi

Desilusão

Amor e ódio
Uma mistura
Decorrente da vida
De quem não deseja
Sentir a solidão.
A busca infinita
Dói no coração
De quem ama
E o amor
Em ódio se transforma.
O amor consome o coração
De quem
Deseja
Uma pessoa
Que nunca alcança.

Autoria: Fabiana Menassi

Amor fra(e)terno


Amizade, afeição
Aproximação, paixão
Seja qual for a combinação,
Regozija meu coração

Sou dotada da certeza:
Gozar de sua companhia
Faz emergir da tristeza
O prazer e a alegria.

Mesmo com as presenças
Da longitude do tempo
E da saudade imensa,
Não dissolveu-se meu sentimento

Se for somente
Por um simples retrato
Ficarei contente
Ver você em nosso eterno abraço

Somos duas almas unidas
Pelo destino, que desejou
Que fôssemos amigas
E entre nós existisse amor.


Autoria: Fabiana Menassi

Noite segura

Observo a noite, a lua cheia
O céu estrelado
Refletindo no lago
Brilho da luz que me encandeia
Árvore oculta
Na escuridão do céu
Que projeta sua silhueta ao léu
Aceita acolher-me, absoluta!
Que lugar tranquilo!
Ouço somente o som do riacho
E a canção entoada pelo grilo.

Divina é a noite de luar
Que permitiu-me acalentar
Até a aurora raiar!
Autoria: Fabiana Menassi

In(en)constância

Que vazio me invade
Meu inimigo, o tempo,
Prende-me no vale
Ausente de sentimento.
O trabalho vazio
Morador do espaço angustiante
Nascido de temperamento arredio
Das pessoas que não refletem ar de gente!
Inexistência de alma
Vazio insuportável
Contraditoriamente, preciso da minha calma
Com este espaço, indispensável!

À prisão sem muros me entrego,
E deixando de ser meu dono
Feri meu ego
Coragem, um dia terei, para o seu abandono?

Autoria: Fabiana Menassi

A meu amado:

A noite de amor que a ti roguei
Recusaste. Rejeitaste-me.
Tristeza e lágrimas em meus olhos suscitaste-me
Penoso expressar o quão chorei
Oh, não imaginas!
Que lembrança nostálgica presente
Em meus pensamentos, perseverante.
Somente tu sabes como terminas.
Eterno é meu desejo de acolher em meu rosto
O seu toque, e do teu corpo,
Sentir o calor, em meu dorso.

Ardente desejo que me consome, receber de ti
Palavras que denotam amor, paixão e sensibilidade...
E entregam a meu ser, descomedida felicidade...

Autoria: Fabiana Menassi

Minha aldeia

Minha aldeia tem montanhas,
Aonde o sol vem brilhar,
Um rio limpo
De água cristalina
Aonde vou me refrescar
Minha aldeia tem pastos verdes,
Aonde descansam os animais.
E campos enormes, imensos!
Repletos de ondeantes trigais
Minha aldeia tem árvores
Frondosas, com ramos sinuosos,
E imponentes com seus troncos gigantes,
São amistosas, esperando alguém
À sua sombra descansar.
Minha aldeia não possui asfalto.
É escassa de carros
Lá no ar não existe poluição,
Eu inspiro das flores os seus perfumes exalados

Minha aldeia tem um povo
Feliz e com paz de espírito
Provida da generosidade
De cuidar e compartilhar...

O que?
Minha aldeia,
Pacífico lar
Minha paz interior! O meu lugar!

Autoria: Fabiana Menassi

Cidadania, um poder que diferencia

A realidade em que vive
Pode intervir.
Decisões nos destinos
Da sociedade
Tem o direito de participar
E teu futuro traçar.
Autarquias governamentais pressionar
Suas obrigações com os cidadãos, a cumprir.
Atitudes prometidas
Das autoridades, conferir.
Estruturas corruptas e injustas
Jamais permitir!

Programas televisivos viciantes
Obstruir o seu sucesso,
Do conhecimento e da informação
Conquistar o seu ingresso.
Por bens materiais
Não permita se consumir
Cultura em sua vida
Precisa introduzir.
A banalização do intelecto
Em tempo algum aceitar
O hábito de pensar
É imprescindível incorporar.

Não fique subordinado
E dependente da caridade
Sequer preso
Na cadeia da castidade.
A vida política precisa debater,
Seus direitos, lutar para prevalecer,
Seus deveres, constantemente exercer.
Cidadão, pare de sofrer.
A esperança jamais perder
E acima de tudo, nunca
Duvidar da confiança
Do seu poder.

Autoria: Fabiana Menassi

Noites

A noite desceu, com ela as estrelas
E a lua iluminando o céu escuro.
O relento, o calor que degela,
Sossego, realçam o que procuro.
O lago cintilante me revela
O semblante marcado pelo tempo
Como a vida me desfez de donzela
E não debilitou meus sentimentos

Árvore majestosa que me espera
Não me abandonará com meus prantos
Neste lugar todas as noites em branco

Meu amado esperando, a sua alma
Vir curar a solidão que me castiga
E um dia me levar desta guarida.

Autoria: Fabiana Menassi

Dilacera(n)do

Desesperador o meu tormento
Donde vieram as verdades
Dos meus destinos e sentimentos
Devastador de todas as sinceridades.
Desejo um mundo moderado,
De novos significados
Descerrado à invasão
Da rebeldia à realidade
Distorcido, invertido
Decido que o inteiro seja repartido,
Dos seus fragmentos ser iludido e
Dele ainda ser receptivo
Defino a liberdade, do aleatório
Das coisas em desconstrução,
De enxergar com os olhos
Do meu coração.
Autoria: Fabiana Menassi