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São Paulo, São Paulo, Brazil
Paulistana, licenciada em Artes Visuais, professora titular de Artes da rede pública de ensino do Estado de SP. De maneira autônoma e em parceria com coletivos de arte, cultura e cidadania pesquisa/desenvolve as linguagens artísticas: desenho, quadrinhos, produção de vídeo experimental e de música experimental. Desenvolve os projetos educacionais: "Arte Moderna e Contemporanea" e "Cultura AfroIndigena nas Escolas". Cria/participa de Fanzines de ilustração e de poemas ilustrados em parceria com escritores e educadores independentes. Participa desde 2012 de exposições de Desenho, de Quadrinhos e de Fanzines. Formou-se também na área de construção civil e teve experiência profissional como Técnica em Edificações, Tecnóloga em Construção de Edifícios e Desenhista Projetista/Arquitetura.

CineRua 12/02/2015 - "Cabra Marcado para Morrer" documentário de Eduardo Coutinho

Ontem na exibição quinzenal do CineClube Itinerante Cidadãos Artistas. A 9ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos no Hemisfério Sul - DEMOCRATIZANDO - distribuída pelo MINC e pela Secretaria de Direitos Humanos Brasil. 

Mais uma noite gratificante fazendo cultura em espaço público. Para nós um belo ambiente de aprendizados. Nada como promover uma escola de rua através do cinema para encher de ânimo as nossas vidas sonhadoras.



O filme "Cabra Marcado para Morrer" documentário de Eduardo Coutinho (que dispensa apresentações). No YouTube é possível assisti-lo na íntegra; https://www.youtube.com/watch?v=JE3T_R-eQhM

Em 1962, o líder da liga Camponesa de Sapé (PB), João Pedro Teixeira, é assassinado por ordem de latifundiários. Um filme sobre sua vida começa a ser rodado em 1964, com a reconstituição ficcional da ação política que levou ao assassinato, e com a produção do CPC da UNE e do Movimento de Cultura Popular de Pernambuco, e direção de Eduardo Coutinho. As filmagens com a participação de camponeses do Engenho Galiléia (PE) e da viúva de João Pedro, Elizabeth Teixeira, são interrompidas pelo Golpe Militar em 1964. Dezessete anos depois, em 1981, Eduardo Coutinho retoma o projeto e procura Elizabeth Teixeira e outros participantes do filme interrompido, como o camponês João Virgílio, também atuante em ligas. O tema central passa a ser a história de cada um deles que, estimulados pela filmagem e revendo as imagens do passado, elaboram para a câmera os sentidos de suas experiências. João Virgílio conta a tortura e a prisão que sofreu neste período. Enquanto Elizabeth, que havia mudado de nome e vivia refugiada numa pequena cidade da Bahia com apenas um de seus dez filhos, emerge da clandestinidade e reassume sua identidade. Ela também fala de sua prisão e do rencontro com os filhos, antes dispersos por várias cidades do Brasil, e da tentativa de reconstituir suas vidas.

Algumas fotos do CineRUA no terminal Rodoviário de Ribeirão Pires (SP)
https://www.facebook.com/fabi.menassi/media_set?set=a.919370308094611.1073741854.100000649518403&type=1

E viva a RUA! Viva o público!

Com Carlos Rogerio Amorim e Fabi Menassi
CineClube Itinerante Cidadãos Artistas

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