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São Paulo, São Paulo, Brazil
Paulistana, licenciada em Artes Visuais, professora titular de Artes da rede pública de ensino do Estado de SP. De maneira autônoma e em parceria com coletivos de arte, cultura e cidadania pesquisa/desenvolve as linguagens artísticas: desenho, quadrinhos, produção de vídeo experimental e de música experimental. Desenvolve os projetos educacionais: "Arte Moderna e Contemporanea" e "Cultura AfroIndigena nas Escolas". Cria/participa de Fanzines de ilustração e de poemas ilustrados em parceria com escritores e educadores independentes. Participa desde 2012 de exposições de Desenho, de Quadrinhos e de Fanzines. Formou-se também na área de construção civil e teve experiência profissional como Técnica em Edificações, Tecnóloga em Construção de Edifícios e Desenhista Projetista/Arquitetura.

Escritora distribui de graça 4 mil exemplares de seus livros que seriam destruídos pela editora


Num certo dia de abril do ano passado, a escritora paulistana Chantal Dalmass recebeu pelo correio uma carta registrada, cujo remetente era a Planeta, editora pela qual publicara, em 2005, dois livros: Mentiras e Confissões e A Cama Redonda de Maria Beatriz (este sob o pseudônimo de Maria Beatriz Soares). Tratava-se de uma notificação em que Chantal era informada que os exemplares restantes das duas obras, “por apresentarem um nível insatisfatório de rotação comercial, serão submetidos à destruição física, para saneamento de estoque”.

Ainda que os termos empregados no comunicado não dessem margem a dúvidas, Chantal achou por bem tirar a limpo. Ligou para a divisão de direitos autorais da editora e perguntou à responsável: “‘Destruição física’ é força de expressão ou é para valer?” Mesmo previsível, a resposta foi dura: “Os livros serão incinerados”, ouviu. Em números documentados, eram 2.062 exemplares do primeiro título (portanto, mais da metade da tiragem de 4 mil) e outros 1.654 do segundo programados para virar cinzas.

A autora não se conformou. Especulou- junto à editora destinação mais digna para os livros encalhados – talvez alguma venda promocional, um evento de aproximação com potenciais leitores, qualquer coisa que conseguisse dar visibilidade àqueles títulos legados ao pó das gavetas. Tudo em vão. “A ideia de queimar livro é uma coisa que me agride, me causa repulsa, fico indignada. Não importa se é meu livro ou de outra pessoa”, ela diz. Decidida a reaver os volumes, Chantal fez até uma proposta de compra. A editora decidiu que a autora poderia ficar com eles, desde que os retirasse no depósito da empresa até um determinado prazo. Chantal, a princípio, pensou em buscá-los numa Kombi. Mas, como se tratava de 75 caixas, ela se deu conta de que precisaria de um veículo maior. Fechou com uma transportadora, que pôs um caminhão para fazer o carreto – naturalmente, pago pela autora. “Economizei o fósforo para a editora”, ironiza. Chantal e o motorista só não evitaram a queima de algumas calorias para fazer chegar ao apartamento dela, no nono andar, as 2,8 toneladas de livros.

Os quase 4 mil exemplares comprometeram a decoração do apartamento e irritaram os dois territorialistas gatos pretos de Chantal, mas ainda havia outra etapa a se resolver, talvez até mais desafiadora do que a de salvar literatura de fogaréus inquisitórios: como desovar aquele montante de livros? No começo, a autora optou pelo conceito difundido como “livro livre”: o de “esquecer” exemplares, aleatória e anonimamente, em lugares públicos estratégicos, como nos bancos de uma praça, nos assentos do metrô, nos balcões de bares e padarias. “Mas isso pouco alterava o volume das caixas”, recorda. Ocorreu-lhe, então, a ideia de distribuir as obras em portas de cinema, num verdadeiro corpo a corpo com seus potenciais novos leitores. No geral, ela diz, a reação é de incredulidade. “Se as pessoas estão andando na rua e você chega e aborda, acham que você quer vender alguma coisa”, explica, sobre o comportamento viciado dos passantes. Muitos chegam a ser até hostis com ela, baseados numa alucinante lógica capitalista. “Já ouvi gente dizendo: ‘Ah, se está dando, é porque os livros devem ser uma droga. Nada que é bom é de graça’”, recorda Chantal, que prefere não abordar pessoas sozinhas, porque a desconfiança tende a ser maior (“só acreditam quando junta um bolinho de gente”).

Chantal Dalmass, que há alguns anos assinava uma coluna sobre sexo na revista masculina Vip, faz uma literatura, digamos, “afrodisíaca” – de relatos (biográficos ou não) sobre afeto, fetiches, libido – similar ao que propôs Bruna Surfistinha no best seller O Doce Veneno do Escorpião. Para Chantal, o encalhe de seus dois livros só aconteceu porque a editora Planeta não trabalhou de forma efetiva a divulgação das obras junto à mídia especializada. Garante não ter sido procurada para uma entrevista sequer, no ano de lançamento dos títulos. Também diz ter observado que os livros de autores desconhecidos só ficam à vista nas prateleiras das livrarias até o segundo mês depois do lançamento, quando passam a constar somente nos terminais de busca. “Publicam os livros de tiragem pequena e esperam um ou dois meses para ver se dão sorte de deslanchar”, teoriza. “Claro que não vende: como procurar um livro que você não sabe que existe? É como um gato preto no escuro.” Procurada pela reportagem, a Planeta optou por se manifestar por e-mail, em que diz ter feito, na época do lançamento, “as ações que entendia serem adequadas às obras, como divulgação via assessoria de imprensa e exposição em pontos de venda” – não confirmando nem negando a prática da destruição de livros encalhados.

Mesmo que as obras não tivessem entrado na mira dos fornos crematórios, mas permanecido no limbo dos depósitos, o efeito prático, crê Chantal, seria o mesmo. “Para um escritor, isso é morte em vida, é estar em coma, vegetando”, compara. Ela reconhece que tem sentido muito prazer em ver seus rebentos ganharem uma segunda chance a partir de sua esforçada iniciativa nas ruas, ainda que jamais imaginasse ter de fazer isso quando trocou a toga – é advogada de formação – pela carreira literária. Dos 3,7 mil exemplares, ela já repassou 3,2 mil até o dia 9 de janeiro, restando, portanto, cerca de 500. Seu principal ponto de distribuição está na feira da Praça Benedito Calixto, no bairro de Pinheiros, que acontece aos sábados. “É uma alegria ver os livros circulando de novo. Um vai ler, passar para o outro. Depois podem usar de papel de rascunho- – ou até queimar. Mas, por enquanto, ainda estão vivos”, festeja.

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/nao-queime-sem-ler/

Reportagem sobre o Quintal Orgânico - São Caetano do Sul/SP - na TV dos Trabalhadores

Olá Amigos!

Repasso uma notícia compartilhada pela amiga inspiradora Ana Luiza:

Escrevo para compartilhar mais uma reportagem sobre o Quintal Orgânico, e, aproveito também para divulgar o trabalho de reportagem da TVT (TV dos Trabalhadores) interessante também como midia alternativa;

Espero que gostem, e que, sintam-se incentivados à participação das atividades do Quintal Orgânico.

Abraço solidário!

Ana Luiza


-- 
Quintal Orgânico
Rua Ulisses Tornincasa, 211 
Vila São José 
São Caetano do Sul, SP 
(esquina com a Luís Claudio Capovilla Filho, próximo ao Parque Chico Mendes e a Estrada das Lágrimas) 

Fanzinada em Porto Alegre - 13/01/12

O encontro Fanzinada acontece pela primeira vez em Porto Alegre,
com exibição de documentários, debate e exposição de fanzines.
Fanzinada é um projeto criado e coordenado por Thina Curtis em São Paulo e reúne pessoas interessadas na produção de publicações alternativas. É um espaço de encontro de quem produz, lê ou tem curiosidade por fanzines, quadrinhos e cultura underground. O primeiro encontro Fanzinada aconteceu no ano passado em Santo André, no espaço cultural Gambalaia, em comemoração ao dia internacional do Fanzine (29 de abril). De lá pra cá o evento tomou força e vem acontecendo esporadicamente em diversos locais pelo Brasil e agora ganha sua primeira edição em solo gaúcho. Em sua passagem pelo Rio Grande do Sul Thina participa também doGaragem Aberta, evento que acontece dia 14/01 no Centro Cultural Marcelo Breunigem Campo Bom. O evento, organizado por Alexandre Fogo, faz parte do Verão Revolução.

- PUNK S.A.(Documentário / Santo André-SP / 20’30’’/ 2010)
Vídeo produzido pela Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André/SP que mostra um pouco do movimento punk no ABC paulista, destacando bandas influentes do cenário underground nacional como DZK, Garotos Podres e Hino Mortal.
Realizadores: Thina Curtis, Rafael Batalhão, Ary Neto e Aline Pegorin.
Orientação: Bruno Carneiro.

- FANZINEIROS DO SÉCULO PASSADO
Capítulo 1: As dificuldades para botar o bloco na rua e a rede social analógica(Documentário / São Paulo-SP / 31’14’’ / 2011)
Produzido por fanzineiros de todo o território nacional para tentar explicar o que é esse tal de fanzine. Totalmente sem fins lucrativos, feito somente com a força e a paixão, aquela mesma que tínhamos quando fazíamos os tais fanzines de papel! Una-se a nós!
Idealizado, coordenado e dirigido por Márcio Sno.
Trilha Sonora: Poindexter.

- DEBATE
Thina Curtis (Santo André/SP) – Fanzineira, arte-educadora, poetisa e documentarista. Editou os fanzines Violet Arcana e Sacred, colaborou com diversas outras publicações, como a revista Central Rock. Atualmente edita o fanzine Spell Work e coordena o projeto Fanzinada, trabalha com oficinas de fanzines aplicando arte-educação e utiliza os fanzines como ferramenta política e educacional.
Jamer Mello (Porto Alegre/RS) – Pesquisa cinema, arte, filosofia e a estética dos fanzines. Integra a equipe de produção do CineEsquemaNovo, é editor do Fanzine Badalhoca e idealizador do Zinescópio – biblioteca virtual de fanzines.
Daniel Villaverde (Porto Alegre/RS) – Edita e coleciona fanzines desde os anos 90. Ministra oficinas e palestras sobre publicações alternativas e circuito do rock underground. Responsável pelo Punch Drunk, selo que tem lançado discos de bandas independentes desde 2001.

REALIZAÇÃO:
Zinescópio

APOIO:
Espaço Libertário Moinho Negro
Selo Punch Drunk
Fanzinada
Spell Work Fanzine

SERVIÇO:
O quê: FANZINADA com Thina Curtis (SP) – Exibição dos documentários “Punk S.A.” e “Fanzineiros do Século Passado” + bate-papo sobre fanzines com Thina Curtis (SP), Jamer Mello e Daniel Villaverde + exposição de fanzines.
Quando: Sexta-feira – 13 de janeiro de 2012 – 20h
Onde: Espaço Libertário Moinho Negro – Rua Marcílio Dias 1463, Porto Alegre.
Quanto: grátis

Fonte: http://zinescopio.wordpress.com/2012/01/08/fanzinada-em-porto-alegre/

Imagem vale mais que mil palavras!



Se unir o bicho foge!
Fonte:  Movimento "DIREITO PARA QUEM? Procure no facebook

Teatro


Previsão: 4º bimestre

E estou aberta a ideias, comentários, críticas. Então quem desejar, manifeste-se na área dos comentários!

Exposição - Quem somos nós

Montar na escola a exposição: Quem somos nós. Autorretrato dos alunos em pose de dança

Suporte: papelão.
Riscador: lápis de cor, tinta guache.

Previsão: final do 1º bimestre de 2012

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Decoração de palco para festas da escola

- Utilizar cartazes prontos grandes (impressos) e fazer neles uma intervenção por meio de pintura (tinta, cola, etc).

- Montagem dos cartazes: utilizar a técnica do mosaico (no lugar da pintura). O professor faz o desenho e as crianças preenchem a pintura por meio das peças do mosaico.

E estou aberta a ideias, comentários, críticas. Então quem desejar, manifeste-se na área dos comentários!

Para você um Feliz 2012...

Chegando nessa época sempre penso em escrever a todos que de uma forma ou outra tenho contato.
Esses dias pensando em como começar a escrever me veio a frase...."Estamos recomeçando um novo tempo".....

Desisti dela no primeiro instante, nas primeiras letras.

Começamos e recomeçamos a cada dia, a cada segundo.
Somos um ser novo, renascendo sempre, aprendendo, acertando e errando também.
Nem mesmo as células do nosso corpo são as mesmas de um dia para o outro, elas se regeneram nascendo e morrendo, somos um novo ser a cada dia que chega.
Apenas nosso espírito é eterno, nossa alma sim vive sempre.

Portanto sem recomeçar nada, apenas seguindo, caminhando em frente, com as boas lembranças do que se foi e com a esperança de ser e fazer feliz com o que vier.

Para aqueles que se encontram no dia a dia e aos que dividimos nossa energia e luz divina, desejo que 2012, assim como todos os próximos anos sejam de sorrisos no rosto, mesmo depois de lágrimas.

Que o sorriso de uma criança qualquer na rua faça diferença no final do dia, que uma pessoa mais velha seja vista com atenção e respeito.
Que o desejo de paz não seja uma utopia esquecida no dia anterior.
Seja seu sonho de dias melhores, divididos com desconhecidos.
Acredite em sonhos e neles vamos buscar nossas realizações.

Feliz Ano Novo.
Muita saúde, paz, sucesso, cultura, arte e música boa.

Lenir Boldrin

Jam Elefântica - Teatro da Vila (Vila Madalena)


A noite do dia 19 de dezembro foi muito agradável e cultural no Teatro da Vila (Rua Jericó, 256). Há tempos não dedicava o tempo a apreciar - ao vivo e a cores - expressões artísticas e a fazer um passeio mais livre. A Jam Elefântica reuniu no espaço diversas "Big Bands" de peso e foi palco para o Jazz. E como vê era pequeno para tanta música!

O momento era de apreciar, mas para surpreender, foi reencontro de velhos amig@s e oportunidade de relembrar bons momentos (em julho de 2009 atuando com o Amor Experimental e o cantautor cordobês - Espanha - Chico Herrera no Sarau do Charles). 

A Vila Madalena é um encanto. Sua "gente" também...

Viva a música! Viva a arte!